segunda-feira, 5 de julho de 2010
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Vou me perder, pode apostar!
"...mas se o que você diz já não é verdade, que maldade!"

Se eu pudesse controlar os sentimentos eu seria algumas vezes mais feliz, algumas vezes mais satisfeito, algumas vezes mais confiante. Digo controlar os sentimentos alheios, é claro. Não tenho nenhum problema em controlar os meus... Pensando bem, às vezes eles fogem do meu controle, mas é fácil me pôr nos trilhos novamente. Eu só preciso cair na real. Todo mundo precisa.
Encarar a realidade é difícil pra quem não tem certeza do que quer ou pra quem quer demais o que não pode ter. Eu, por exemplo, sofro dos dois casos.
Vou me perder, pode apostar!
domingo, 27 de junho de 2010
Influência
Sei que você anda por aí
Meus bons amigos

Meus bons amigos, onde estão? Notícias de todos quero saber! Cada um fez sua vida de forma diferente. Às vezes me pergunto: Malditos ou inocentes?
Nossos sonhos, realidades. Todas as vertigens, crueldades. Sobre nossos ombros aprendemos a carregar toda a vontade que faz vingar no bem que fez pra mim. Me fez feliz, assim...
O amor sem fim não esconde o medo de ser completo e imperfeito.
Aos bons amigos

Meus amigos são todos assim: metade loucura, outra metade santidade. Escolho-os não pela pele, mas pela pupila, que tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta. Não quero só o ombro ou o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto. Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade. Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos. Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça. Não quero amigos adultos, nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice. Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto, e velhos, para que nunca tenham pressa. Tenho amigos para saber quem eu sou, pois vendo-os loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que a normalidade é uma ilusão imbecil e estéril
sábado, 26 de junho de 2010
Handebol, o esporte em boas mãos.

Quase ninguém entende o que é amar o HANDEBOL. Quase ninguém entende a felicidade que é executar com sucesso uma jogada nova; quase ninguém entende que apesar das dores, do cansaço, vem uma força de dentro que nos ajuda a continuar; quase ninguém entende o choro, a mágoa após uma derrota de um time unido... Amigos, companheiros pra toda hora que, juntos, olham pra um mesmo objetivo lá na frente. Quase ninguém entende a magia, a vibração e a vida... A vontade de crescer e de nos mostrarmos capazes de superar; quase ninguém entende o nervoso antes de entrar na quadra, o friozinho na barriga, a força do grito de guerra e a energia que ali nos envolve; quase ninguém entende o abraço de um companheiro e o conforto que ele pode transmitir, quase ninguém entende o olhar de um técnico e a confiança que você pode sentir nele... Quase ninguém entende o que é abrir mão do divertimento, dos passeios para se dedicar a uma rotina de treinos, jogos e viagens... Quase ninguém entende que isso acaba sendo a nossa diversão!
Be there!
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Volta? Volto!

Há tempos que eu venho buscando, em vão, inspiração pra escrever alguma coisa decente. Incrível como, quando as coisas vão mal, o escritor dentro de mim – se é que há algum – aflora. Nesse meio tempo de escassez literária eu passei por poucas e boas, muito ruins, pra falar a verdade. Eu queria ter uma válvula de escape, um mecanismo de defesa automático pra fugir desses vai-vens da sorte, que me levam num instante do salão mais iluminado de Paris ao calabouço mais profundo, escondido nos confins dos meus mais sombrios pesadelos. Aprendi uma vez que o segredo é ter fé e esperar e que pequenas atitudes geram grandes mudanças. Infelizmente, sou bem melhor com palavras do que com atitudes.
Helder Garóti.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Simplesmente, pacientemente.

Simplesmente, posso esperar aqui por você, uma eternidade, uma tarde inteira. Simplesmente, posso encontrar qualquer distração, ruas da cidade, restos de uma feira. Tomo um atalho no lago só pra te perder enquanto olho os aviões. Nada tremeu no ar, eu não vi nenhum sinal. Simplesmente, eu posso esperar. Simplesmente, posso esquecer da guerra ou da paz uma eternidade, uma tarde inteira. Calmamente, posso contar as nuvens no céu, rostos na vidraça, flores nessa praça. Desço a Consolação só pra coincidir. Leio manchetes por aí... Nada tremeu no ar, eu não vi nenhum sinal... Mesmo assim eu posso esperar! Até deixar um recado na tarde, uma simples saudade que você vai sentir quando sentar-se a mesa, uma simples certeza, que agora é você quem espera por mim.
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